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Abstract

<jats:p>“Programa de Travesti: um arquivo-corpo vibrátil. A pesquisa de Sara emerge na tessitura de rastros biográficos e encontros aliades, articulando experiências situadas e redes de produção compartilhada de conhecimento. Como "educomunicadora-pequisadora, ela acompanha invenções cotidianas na luta por mundos-outros. Trata-se, nesta escrita-arquivo-tese — que é também legado de tantas outras travestis e transexuais — de uma disputa vigorosa e sensível pela possibilidade de existir na e com a diferença.” Entre Porto Alegre e Rio de Janeiro, Fernando Pocahy “Durante a posse de Ana Flávia Magalhães Pinto no Arquivo Nacional, Sara York sentada ao meu lado diz emocionada após sua fala, “preciso aplaudir e empossar minha amiga Flávia, mas também preciso receber a homenagem que Luciana Boiteux me concede, a medalha ‘Chiquinha Gonzaga’. Olhei com carinho imenso e disse: Vá e receba sua homenagem! Neste dia seja como Deus: onipresente! Esse livro é um estado de espírito de quem precisou lutar desde antes de nascer, como é a lida de Sara Wagner York.” Entre São Paulo e Rio de Janeiro, Sueli Carneiro Conheci Sara Wagner York “em ação”, sendo entrevistada por ela para seu programa. Mas foi fácil perceber o mundo inteiro que ela traz junto consigo. Sara é uma pessoa que transforma conceitos pretensamente opostos e contraditórios, como insubordinação e do acolhimento, em termos que andam juntos e não se repelem. Ao contrário, ajudam a lutar por um mundo muito melhor onde tenham lugar afeto e identificação. Entre Maceió e Nova Jersey, Lilia Schwarcz</jats:p>

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