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Abstract

<jats:p>O artigo aborda a influência do exercício físico na prevenção de doenças crônicas não transmissíveis, com enfoque em mecanismos fisiológicos, evidências clínicas e implicações para políticas públicas. Utilizou-se revisão bibliográfica integrativa das principais revisões, metanálises e estudos empíricos recentes para esmiuçar efeitos sobre controle glicêmico, perfil lipídico, pressão arterial, composição corporal e saúde mental. Os achados demonstram que programas regulares de atividade reduzem HbA1c, melhoram sensibilidade insulínica, diminuem pressão arterial e favorecem aumento do HDL, sendo que protocolos que combinam exercício aeróbio e resistência apresentam resultados superiores. Além disso, intervenções que articulam orientação alimentar e prática física geram sinergia, ampliando a manutenção da perda de peso e a redução de marcadores inflamatórios. Foi observado que idosos se beneficiam de treinamento de força para preservar massa e função motora, enquanto barreiras socioeconômicas e de infraestrutura limitam adesão em populações vulneráveis. Conclui-se que a integração entre prescrição de exercício, ações nutricionais e políticas que facilitem o movimento cotidiano oferece subsídios para redução da carga das DCNTs, recomendando-se pesquisa aplicada para testar modelos de implementação escaláveis.</jats:p>

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Keywords

para exercício políticas pressão arterial

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