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Abstract

<jats:p>A emergência climática já é sentida em cidades brasileiras, à medida que eventos extremos, como chuvas e ondas de calor, se intensificam a cada ano e ampliam a desigualdade socioespacial histórica já existente nestes territórios. Políticas públicas urbanas têm papel estratégico no enfrentamento da crise climática, sobretudo ao se inserir infraestrutura crítica e populações vulnerabilizadas em seus textos. O processo de adaptação climática deve integrar tanto a participação popular, através do diálogo direto com pessoas afetadas por eventos climáticos extremos, quanto as políticas ambientais e sociais já existentes nos territórios. Os Planos de Ação Climática (PLACs) são instrumentos centrais para institucionalizar a agenda climática, alinhando compromissos globais às realidades locais marcadas por desigualdades históricas. Casos como o de Recife servem para firmar a importância da inserção da justiça climática no planejamento urbano e na capacidade de resiliência. Esta obra integra a coleção Agenda Política Pública.</jats:p>

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Keywords

climática eventos extremos como territórios

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